post-title Que tal ajudar o planeta e economizar nas finanças?

Que tal ajudar o planeta e economizar nas finanças?

Que tal ajudar o planeta e economizar nas finanças?

Que tal ajudar o planeta e economizar nas finanças?

Aprenda a ser sustentável e ainda economizar!

Temos algumas dicas fáceis, para ajudar você e sua família a aplicarem em seu hábitos diários. Confiram!

1) Reaproveite suas embalagens

Você já parou para pensar em quanto lixo produz em casa? E aonde esse lixo vai parar? E quanto tempo leva pra se decompor?

Pode ter certeza, não existe nenhum tipo de buraco de minhoca dentro do caminhão de lixo, o que entra lá vai parar em algum lugar, muitas vezes bem perto de você. Ou de rios, de lagos, de reservas…

Uma maneira simples de causar menos impacto é dispensar o uso de embalagens em casa. Que tal começar a fazer compras à granel?

Muitas vezes, além de produtos mais frescos (lojas de confiança não podem e nem conseguem estocar alimentos à granel), você economiza dinheiro. Compras à granel costumam ser muito mais em conta.

Os potes que você utilizar para guardar os produtos granel, vão durar por anos, a longo prazo é uma baita economia.

Além disso, já tentou perguntar a amigos se eles têm potes de conserva vazios para doar? Converse, fale que você está procurando. Pode ser que não tenham agora, mas vão se lembrar de você.

E existem muitas maneiras de reaproveitar embalagens. Garrafas de cerveja podem se tornar copos ao invés de ir pro lixo, além de luminárias ou vasos. Ser sustentável também é ser criativo!

Alguém pegou embalagens de amaciante e teve a ideia de fazer vasos suspensos para espalhar pela cidade!

2) Dê preferência a alimentos orgânicos

Além de serem mais frescos, você tem a certeza de que os alimentos não receberam produtos químicos danosos ao meio ambiente ou prejudiciais à saúde.

Comprar produtos orgânicos pode custar um pouquinho mais, mas existem feiras que vendem direto do produtor.

Além do mais, você não precisa comprar TUDO. A maioria dos temperos comuns que utilizamos podem ser tranquilamente cultivados em casa, em pequenas floreiras, vasos, potes e até latinhas.

Reduzir o lixo que inevitavelmente iria parar em aterros sanitários não vai só fazer você dormir melhor à noite: vai proporcionar uma consciência incrível sobre seu impacto na natureza (e ainda render terra fértil de primeira para o replantio das suas ervas).

4) Aprenda a separar corretamente seu lixo

Separar de verdade o lixo orgânico do reciclável vai além de colocar o que é resto de comida num saco e rolinho de papel higiênico em outro.

Você sabia, por exemplo, que cerâmica não pode ser reciclada? E que objetos de chumbo são?

Materiais que não são recicláveis, mas muita gente não sabe:

  • Fotos ou papel vegetal
  • Esponja de aço, latas de tinta ou de desodorante aerosol
  • Espelho, lâmpadas, cristal, cerâmica e porcelana
  • Adesivos, tomadas velhas, acrílico
  • Espumas e material corrosivo ou tóxico

Materiais que são recicláveis, mas muita gente não sabe:

  • Clipes de papel, grampos de cabelo
  • Peças de cobre, bronze ou chumbo
  • Isopor
  • Escova de dente
  • Caneta sem carga
  • Baldes

Ou seja, sabe aquele pote com comida que você esqueceu no fundo da geladeira e acabou criando um ecossistema inteiro dentro? Se você quiser mesmo ser sustentável, não adianta jogar inteiro no lixo orgânico. Melhor encarar o problema, jogar os restos num saco e o pote (de preferência lavado) em outro.

Como todos sabem, o ideal mesmo é ter uma lixeira para cada tipo de material – orgânico, papel, metal, plástico e vidro – mas os apartamentos de hoje estão cada vez menores, muitas vezes isso não é possível. Se você apenas separar o lixo úmido (tudo que estraga com facilidade) do seco (tudo que demora mais pra se decompor) já é de grande ajuda.

Se você mora em condomínio, pode imprimir cartazes informativos sobre reciclagem para colocar nos murais do edifício ou sugerir a colocação de lixeiras ecológicas. Por que não tentar? O “não” você já tem.

Ah, e sabe uma coisa muito, muito, muito simples que também ajuda o planeta? Se informar sobre os aqueles símbolos que vêm nas embalagens.

É pouco, mas você pode entender melhor de que material a embalagem do produto é feita (caso você precise muito comprar) e também a maneira correta de descartá-lo.

5) Tenha ecobags sempre à mão

Se usar carro (além de evitar usá-lo em pequenos percursos), também vale deixar ecobags e caixas de papelão no porta-malas.

Para não gastar dinheiro para comprar sacolas plásticas nos mercados, use as caixas de papelão, peças para os mercados, muitos doam. As pessoas não pedem simplesmente porque se esquecem ou porque estão acostumadas com a comodidade da sacolinha.

Da próxima vez que for ao mercado, garanta sua caixa ou ecobag (ou as duas coisas) e deixe no porta-malas do carro. Sempre que precisar fazer uma compra, terá uma das duas opções para ajudar, ao invés de acumular (ou até pagar) por sacolas plásticas que não são muito amigas do meio ambiente.

6) Tenha consciência do que está ao seu alcance e faça sua parte

Olhando de uma forma ampla, esses esforços são bem pouco, sim. Perto dos 6,1 bilhões de pessoas que dividem o planeta, um único indivíduo é muito pouco.

Eu sei que vai bater aquela bad quando você sair na rua e ver que o vizinho não separou o lixo; ou quando estiver curtindo a praia e pisar numa latinha de cerveja enterrada na areia; ou quando estiver dirigindo e ser obrigado a assistir o motorista à frente jogar, sem peso nenhum na consciência, um papel de sorvete pela janela.

Você com certeza vai ficar triste, ficar chateado (para não dizer outra coisa), se questionar se seus hábitos realmente fazem diferença, talvez até se cobrar por não fazer mais.

Porém, pense assim: você não é aquela pessoa. Por ano, quantos entulhos a menos você significa?

E por década?

E quando seus netos estiverem por aqui?

Tudo bem desmotivar, mas nunca desistir. Sozinho você pode não salvar o mundo, mas pode salvar sua consciência.

Pense nisso sempre que não fizer algo por acreditar que talvez possa não adianta!

fonte: https://www.plataoplomo.com.br

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